TRE-PB recebe primeiros pedidos de tropas federais para as eleições de 2026

TRE-PB recebe primeiros pedidos de tropas federais para as eleições de 2026

O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) iniciou o processamento das primeiras solicitações de reforço na segurança para as eleições de outubro de 2026. Até o momento, as zonas eleitorais de Itabaiana (6ª Zona), Piancó (32ª Zona) e Bayeux (61ª Zona) sinalizaram a necessidade do envio de tropas federais para garantir a ordem durante a votação.                                                                                                                                                                                   O juiz auxiliar da Presidência do TRE-PB, Rodrigo Marques, esclareceu que o tribunal submeterá os pedidos a uma rigorosa análise técnica e jurídica antes de qualquer deliberação final.

“O fluxo normalmente é bastante complexo. Não é a partir da identificação isolada do juiz eleitoral que se convoca prontamente tropas federais”, explicou.

O processo começa quando o juiz de cada localidade identifica riscos concretos à normalidade do pleito e formaliza um pedido fundamentado com base no Código Eleitoral. Após essa etapa, o TRE-PB consulta o Governo do Estado, as forças de segurança locais e o Ministério Público Eleitoral. Se a Corte entender que o apoio federal é indispensável, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebe o pleito para, enfim, requisitar as tropas ao Ministério da Defesa.

Além das articulações para o reforço federal, o tribunal mantém uma parceria permanente com as Polícias Civil e Militar da Paraíba para o monitoramento e prevenção de crimes eleitorais.

Segundo Rodrigo Marques, o esquema de segurança para 2026 já começou a ser planejado com base nas experiências de pleitos recentes. O objetivo central da Justiça Eleitoral é assegurar que o exercício do voto ocorra de forma livre e segura, sem interferências que possam comprometer a integridade do processo democrático no estado.

“Queremos garantir eleições livres, seguras e sem interferências que possam comprometer o livre exercício do voto”, disse.

 

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